O Bloco Camaleão vai levar para o Carnaval 2026 um verdadeiro mergulho em sua própria história. Celebrando 40 anos da primeira fantasia, o bloco aposta em uma releitura da mortalha original de 1986, assinada pelo designer Pedrinho da Rocha, resgatando a essência que deu origem a um dos mais tradicionais e disputados blocos da folia baiana.

O abadá do domingo, primeiro dia de desfile, traz referências diretas ao design criado na década de 1980, agora repensado com um olhar contemporâneo, conectando passado e presente em uma narrativa visual que atravessa gerações. Cores, formas e elementos gráficos remetem ao modelo de estreia do Camaleão, mantendo viva a identidade que marcou época.
Idealizador da arte original, Pedrinho da Rocha relembra as influências que inspiraram a criação. “Nos anos 80 ainda havia uma forte influência do tropicalismo. Quis fazer uma homenagem àquele mundo tropical que a gente vivia, representando a natureza e as florestas”, destacou o designer.
Sob o comando de Bell Marques, o Bloco Camaleão desfila no domingo, segunda e terça-feira de Carnaval, levando para o Circuito Barra/Ondina toda a força do axé music e a energia que transformaram Bell em um dos maiores ícones da música baiana.

Para Joaquim Nery, diretor do Bloco Camaleão, a releitura vai além da estética. “Celebrar os 40 anos dessa fantasia é mais do que revisitar uma imagem marcante do Camaleão. É reverenciar a criatividade e a ousadia de Pedrinho da Rocha, que transformou arte em identidade. Essa fantasia atravessou gerações e segue viva, colorida e pulsante, como o próprio Carnaval da Bahia”, afirmou.
Com poucas unidades disponíveis, os abadás estão à venda na loja da Central do Carnaval, no 2º e 3º pisos do Shopping da Bahia, ou pelo site www.centraldocarnaval.com.br.
Mais informações podem ser acompanhadas pelo Instagram @blococamaleaooficial.

